Como é morar no Bairro Feliz?
Localizado em Goiânia, o Bairro Feliz apresenta um perfil residencial consolidado, com uma população de 1.527 habitantes e uma renda média mensal de R$ 5.272. O Índice de Vulnerabilidade Social de 2,14 indica uma baixa vulnerabilidade socioeconômica, o que posiciona o bairro em um patamar de estabilidade, apesar do score geral de 4,5. Atualmente, a região mantém uma tendência estável, refletindo um cenário que demanda atenção específica em pontos de infraestrutura urbana e vigilância para manter a integridade do ambiente.
No que diz respeito aos indicadores criminais, o bairro registrou 10 ocorrências, resultando em uma taxa de 65,5 crimes por cada 10 mil habitantes. O score de criminalidade está fixado em 5,2, enquanto o policiamento apresenta uma nota de 3,0. A ausência de delegacias e de estabelecimentos noturnos na área contribui para uma dinâmica estritamente residencial, mas a baixa pontuação social de 3,5 e o policiamento reduzido sugerem uma lacuna na presença do Estado, o que pode impactar a percepção de segurança dos moradores no cotidiano.
A infraestrutura de suporte à segurança urbana é um dos pontos de maior atenção, com um score de iluminação de apenas 2,1 e somente 3 postes registrados nos dados disponíveis. Além disso, foram identificadas ao menos 0 câmeras mapeadas na região, o que aponta para uma carência de monitoramento tecnológico passivo. O setor comercial também é limitado, contando com apenas 4 estabelecimentos, o que resulta em um score de comércio de 2,4 e reduz a circulação de pessoas, diminuindo a vigilância natural das vias públicas durante diferentes períodos do dia.
Para quem avalia o Bairro Feliz, seja para moradia ou investimento, é fundamental considerar que, embora o perfil socioeconômico seja favorável com score de 6,9, a deficiência em iluminação e monitoramento exige medidas preventivas individuais. A orientação prática é investir em sistemas de segurança perimetral e reforço na iluminação das fachadas, além de buscar articulação comunitária para compensar a baixa densidade de recursos públicos e tecnológicos de vigilância identificados na localidade.