Como é morar no Cibratel II?
Situado em Itanhaém, o Cibratel II apresenta um perfil de bairro aberto com uma dinâmica urbana que reflete desafios significativos em termos de segurança pública. Com uma população de 4383 habitantes e uma renda média de R$ 3397, o bairro mantém uma tendência estável, embora o score geral de 5.0/10 indique um equilíbrio delicado entre sua infraestrutura e os riscos locais. A análise dos indicadores revela um cenário onde a percepção de segurança é impactada diretamente pelos índices criminais, que registraram 94 ocorrências, resultando em uma taxa de 214.5 crimes por 10 mil habitantes.
A infraestrutura de suporte à segurança e ao cotidiano apresenta contrastes marcantes. O ponto de maior destaque é a iluminação pública, que obteve nota máxima (10.0/10), com 1769 postes mapeados, um fator que auxilia na visibilidade noturna. Em contrapartida, o score de criminalidade de 3.8/10 e o de social de 3.5/10 apontam para a necessidade de maior atenção às políticas de convivência e prevenção. O monitoramento é composto por ao menos 29 câmeras mapeadas, complementado pela presença de uma delegacia na região, o que confere um suporte institucional básico. O setor comercial ainda é incipiente, com ao menos 18 comércios mapeados e ausência de bares e restaurantes registrados nas bases de dados consultadas, o que limita a vitalidade econômica e a circulação de pessoas em horários alternativos.
Para moradores e investidores, o Cibratel II exige uma análise cautelosa. O score de policiamento de 5.0/10 sugere uma presença estatal regular, mas que ainda não é suficiente para mitigar os indicadores de criminalidade observados. A estabilidade do bairro indica que não há mudanças bruscas no cenário atual, o que permite um planejamento de longo prazo baseado nos dados existentes. Recomenda-se que interessados na região priorizem a verificação da proximidade de imóveis específicos em relação aos pontos de iluminação e delegacias, além de considerar a necessidade de investimentos próprios em sistemas de segurança privada para complementar a infraestrutura pública disponível.