Como é morar no Setor Goiânia 2?
Localizado em Goiânia, o Setor Goiânia 2 apresenta-se como uma região predominantemente residencial, abrigando uma população de 16.441 habitantes. Com uma renda média mensal de R$ 5.664 e um valor de metro quadrado avaliado em R$ 6.250, o bairro demonstra um perfil socioeconômico robusto, refletido na pontuação de 7,6 nesse quesito. Atualmente, o score geral de segurança da localidade é de 5,8, mantendo uma tendência de estabilidade nos indicadores monitorados pela plataforma.
No que tange aos índices de criminalidade, o bairro registra uma pontuação de 6,0. Foram contabilizados 7 crimes, o que resulta em uma taxa de 8,5 ocorrências para cada 10 mil habitantes. Um ponto de atenção relevante é o baixo score de policiamento, fixado em 3,0, o que é corroborado pela ausência de delegacias físicas dentro do perímetro mapeado. Essa lacuna institucional é um fator crítico para a análise de risco, embora a criminalidade absoluta não apresente picos alarmantes no momento.
A infraestrutura urbana contribui positivamente em alguns aspectos, como a iluminação pública, que possui score de 7,4 e conta com 195 postes instalados. No entanto, a vigilância tecnológica ainda é incipiente, com ao menos 5 câmeras mapeadas na região. O setor comercial é bastante restrito, com apenas 5 estabelecimentos identificados e ausência total de estabelecimentos noturnos, o que resulta em scores baixos para comércio (2,5) e interação social (3,5). Essa configuração reforça o caráter estritamente habitacional da área, mas também implica em ruas menos movimentadas durante certos períodos do dia e da noite.
Para moradores e potenciais investidores, o Setor Goiânia 2 oferece um ambiente de estabilidade econômica, mas exige cautela quanto à baixa presença ostensiva das forças de segurança. A recomendação prática é investir em sistemas de monitoramento privado e reforço na segurança perimetral das residências, compensando o déficit de policiamento local. É essencial acompanhar a evolução dos índices de criminalidade, visto que o baixo dinamismo comercial pode favorecer vulnerabilidades em horários de menor circulação de pessoas.